GOVERNANÇA PARTICIPATIVA E O POTENCIAL DISTRIBUTIVO DOS CONSELHOS REGIONAIS DE CAMPO GRANDE – MS

Autores

  • Ailton Souza

DOI:

https://doi.org/10.4322/tp.v27i3.689

Resumo

As instituições participativas incorporam desde os anos 1990 as energias participativas de diferentes atores societários, sendo examinadas ao longo dos anos a partir de um amplo leque de abordagens, que congregaram mais recentemente olhares voltados a sua efetividade e capacidade de produzirem mudanças mais efetivas na sociedade. Terreno, que tem se mostrado ainda carente de evidências mais concretas. Tentando contribuir para o aprofundamento deste debate este artigo analisa algumas contribuições e os efeitos distributivos dos Conselhos Regionais de Campo Grande – MS. O recorte de base qualitativa usa como método a quantificação e organização de demandas sugeridas e atendidas pelo executivo ao longo de 2001-2015. Os resultados deste estudo mostram que embora a instituição alcance a população mais periférica e ofereça subsídios importantes para a administração pública local, que o mesmo vem sendo ainda pouco privilegiado pela sociedade política, o que impacta diretamente nos seus resultados finais.

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Publicado

2019-03-08

Edição

Seção

Artigos